
Lindsay S. Mayberry, e Chandra Y. Osborn, Ph.D., MPH, da Universidade de Vanderbilt, em Nashville, Tennessee, realizaram sessões de grupo com 45 adultos diabéticos do tipo 2 com foco nas barreiras e facilitadores para a gestão da diabetes.
Elas também realizaram uma pesquisa entre 61 adultos com diabetes tipo 2 para coletar informações demográficas e informações sobre a adesão à medicação, dos familiares, sobre conhecimentos de auto-cuidados, comportamentos específicos de apoio e de membros da família que não colaboram com o tratamento.
As pesquisadoras descobriram que diabéticos cujos membros da família possuem conhecimento sobre a diabetes, suas complicações e tratamentos, realizam comportamentos específicos de apoio ao quanto que, diabéticos cujos membros da família não possuem tal conhecimento, executam comportamentos prejudiciais ao controle da doença.
Neste último caso, o diabético fica mais inclinado a ser menos aderente aos esquemas de medicamentos, estando diretamente correlacionado a um pior controle glicêmico.
“Os participantes enfatizaram a importância da ajuda instrumental e da família para o comportamento de auto-cuidado da diabetes. Informaram também que comportamentos familiares prejudiciais ao controle, sabotam seus esforços para realizar estes comportamentos de auto-gestão”, escreveram as autoras.
“As intervenções devem informar aos familiares sobre o diabetes e aumentar a sua motivação e habilidades comportamentais com o intuito de não interferir com os esforços de auto-cuidado do diabético”.
