segunda-feira, junho 27, 2022
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Projeto de insulina oral identifica a secagem por pulverização como chave para aumentar a carga de nanopartículas

A produção de nanopartículas de insulina secas através da secagem por pulverização pode abrir a porta para formas de dosagem, como comprimidos orais ou filmes bioadesivos, de acordo com pesquisa publicada na revista Nature Scientific Reports.

No artigo, pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica descrevem o trabalho para avaliar como a secagem por pulverização e a liofilização afetam as estruturas de nanopartículas carregadas de insulina, com e sem manitol como crioprotetores. A equipe realizou a pesquisa para determinar a melhor maneira de criar nanopartículas de insulina estáveis ​​que são carregadas com ingredientes ativos suficientes para atingir sua janela terapêutica.

Embora os pesquisadores vejam a tecnologia de liofilização como o padrão-ouro atual para a criação de nanopartículas de insulina estáveis, eles identificaram o baixo teor de carga como uma limitação que dificulta a administração oral. O baixo teor de carga de insulina decorre do fato de os crioprotetores ocuparem a maior parte das nanopartículas.

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À luz da limitação, a equipe identificou a secagem por pulverização como uma forma de potencialmente produzir nanopartículas estáveis ​​e, como o processo torna os crioprotetores desnecessários, possuem alto teor de carga de insulina. O estudo gerou evidências para apoiar a hipótese.

“Insulina [nanopartículas] secas por pulverização sem manitol apresentaram os menores tamanhos médios de partículas e maior teor de carga quando redissolvidas. Esses resultados sugeriram que a insulina seca [nanopartículas] produzida pela secagem por pulverização sem manitol era mais adequada para processamento adicional em outras formas de dosagem anidras, como comprimidos orais ou filmes bioadesivos”, escreveram os autores.

Os pesquisadores avaliaram a capacidade de reconstituição das nanopartículas medindo sua distribuição de tamanho, carga superficial, eficiência de encapsulamento e conteúdo de carregamento. Outras avaliações analisaram a qualidade das nanopartículas redissolvidas por meio de avaliações dos efeitos de proteção da insulina, comportamentos de liberação e eficácia de absorção celular.

 

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